
Chega!
Há coisas neste mundo que já não estão dando mais para aguentar.
Não vou delinear completamente o que seria este “chega”, pois eu seria sumariamente “cancelado”, “perseguido” e possivelmente “processado”.
Hoje, não acredito em várias Instituições, desde aquelas que ajudaram a delinear o país em seu formato atual àquelas que deveriam primar pela justiça, equidade e igualdade.
Não dá mais! Por exemplo, se eu fosse um corretor de imóveis, eu homem de energia masculina nunca iria sozinho apresentar um terreno na companhia de uma mulher se eu não tivesse a presença de outro homem. Nunca! Jamais! Acusações de toda sorte poderiam advir de uma empoderada se estivesse só eu e ela.
Ouço uma rádio de obrigação nacional, uma hora por dia, e o assunto predominante é só replicações de empoderamento, de sofrimento de só uma parte do gênero humano, enquanto outro gênero é massacrado como sendo um assassino, impetuoso, covarde e o pior está por vir: se sancionado a lei da misoginia, por um ser extremamente machista que está no poder, tudo o que o homem falar – mesmo em âmbito profissional contra a posição da mulher, pode tornar-se misoginia, que é o ódio contra as mulheres, pois elas são – em tese – desvalorizadas e os resultados são diversos: feminicídios, humilhações, objetificação, entre outros. Detalhe: gerará prisão!
Realmente! O homem não entra em nenhuma estatística, pois não há interesse da política nacional – e talvez internacional, de saber o quanto o homem sofre por violência feminina, seja física, ou mental, tal como a misandria – que inclusive o conceito tira a violência, somente põem o preconceito.
Sabemos que há homens que nem merecem ser chamados assim, mas há uma generalização desnecessária e que prejudica os bons.
Chega!
Não dá mais!
A mídia tradicional, virtual, impressa e a televisiva são tudo um consórcio e só falam aquilo que determinado setor ou organização internacional que financia tudo isso queira que as coisas obedeçam a determinada NARRATIVA. Isto mesmo: NARRATIVA.
E a NARRATIVA atual é que o homem não presta, não vale nada, é violento, é misândrico, enfim, o homem é um ser inútil.
O homem de bem está cansado, não só desta perseguição de toda a imprensa, mas no trabalho, nas escolas, onde estiver um homem, o preconceito inicia-se.
Dirão: ”Mas os homens de bem não precisam ter medo”. Será?
Hoje se sabe que a palavra da mulher vale mais que a de um homem e que ela pode acusar sem provas. É feito um FLAGRANTE e depois, que se perceber que foi uma denúncia caluniosa, ou falsa comunicação de crime, mesmo que o homem processe a mulher, ninguém irá tirar a marca de abusador dele.
Na realidade, as mulheres não observam uma coisa, mas vou facilitar: ao mesmo tempo que empoderam vocês mulheres, estão empoderando outros “gêneros” criados – que inclusive são mais fortes fisicamente que vocês e que poderão substituí-las, pois não têm as características básicas das mulheres, inclusive, de afastamento por quase 6 (seis) meses. Não é mesmo?
O empregador entre uma mulher – que tem todas as suas peculiaridades, e entre um gênero que tem a mesma competência, força de um homem, não tem as características físicas de uma mulher, quem você acha que o empregador irá contratar: pensem!
Eu, se fosse um empregador, contrataria um transgênero, um homem, enfim, pois tenho certeza que economicamente, seria mais barato e me traria menos problemas econômicos e profissionais que uma mulher, pois as do sexo feminino almejam o poder dentro das estruturas de poder em uma empresa, causando, assim, um desgaste muito grande, fruto deste empoderamento forçado. Fica a dica!
Além de tudo, tudo isso gerará uma geração de mulheres sozinhas e frustradas, pois homem normal nenhum vai querer uma “bomba”como companhia, pois pode ser feliz sozinho e quando ele precisar de mulher, ele sabe onde achar.
Aquela célebre frase: “O que é seu, está guardado.” Deus guardará para você.
Charlles Setúbal – Escritor
